Carta ao amigo.

Sabe… nem mesmo todos estes anos, freudianos, são suficientes pra entender. Nem todas as mesas, de todos os bares, dos cafés, dos cabarés, do analista, do psicanalista, nem eu, nem ele, nem o tempo, nem você, caro amigo.

Acho que não quero me curar, nem de mim, nem da dúvida. Só quero ficar aqui, mais um pouco, tomar outra cerveja quente, ouvir outra música velha, escrever outro versinho idiota, que é pra cultuar, essa fome ao contrário, que faz do estômago, um lugar muito longe do coração.

E faz tanto frio…
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Belo Horizonte, 13 de Outubro de 2008.

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