Não quero falar, só isso. Hoje eu prefiro ser fraca, quieta, fria. e derreter na última greta de sol. Enquanto as vozes se confundem e se repelem dentro do infito de mim. Não me importam as flores, cores, gostos, desgostos. Eu não sinto. nem os pés. Enquanto a agunia me come viva. sorrio falso para enganar amigos e fotografias. Quero sair daqui, de mim, de ti. perder o juízo, no brinquedo mais alto, que eu sempre tive medo. E deixar meu coração numa esquina qualquer, aonde ele não precise mais pulsar. e seja lembrado apenas, como o resto de mim.
Uma maluca dessas que ninguém ouve, mas acredita que no outro dia, ela amanhece napoleão.

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