“lucidez”

Meu quarto ainda guarda o cheiro do incenso de cravo. E meu corpo, aquelas palavras impensadas, escritas enquanto a mão tremia, e olho fechava.

Esqueci a cor dos remédios pra dormir. Perdi juizo, amor e o jogo do galo.
Quase deixei minha vida na esquina, e nunca senti tanto frio.
hoje eu queria ser quaqluer refrão tolo, que fizesse pulsar, que pudesse fazer ele sorrir.

uma caixinha de música, a blusa, o travesseiro, a caneca do café, qualquer coisa, que pudesse toca-lo.

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