Deveria aquietar. entender, explicar. Fazer o dever de casa, e regar as plantas do jardim. Ler os livros que indicaram, e não estes. Hoje não.
Ainda faz sol, e já não faz diferença. O baralho, as cartas marcadas, as perdidas, as roubadas. A mesa de alumínio, nem o copo de buteco, fiel companheiro. Nada.
Nenhum telefonema, nenhuma poesia, a brisa mais forte, o furacão mais lento.
hoje… quero morrer em paz, com meus fantasmas.

Eu nunca disse que era legal.

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2 comentários sobre “

  1. Menina que me leva o sorriso,
    que me arranca um olhar surpreso.
    Não precisa de sol, de longe vc me aquece.
    Que baralho? pra que baralho? vc já é a carta escolhida.
    Nem o copo do buteco faz com que eu me esqueça de vc. mesmo quando vc fica assim , distante.
    Nem quero um telefonema, tô longe do telefone.
    Já disse que vc é a poesia.
    A brisa mais forte chega, depois do furacão. Assim como vc chegou na minha vida.

    Legal … realmente este não é o adjetivo ideal pra vc.

    Para uma menina tão real…que de pouco faz tudo tão especial.

    bjus.

    birrenta.

    hehehe

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