Certa vez ela me julgou egocêntrico, narcisista e prepotente. Agora ela vem me dizer que sou intenso, que eu não quero, eu preciso, que vivo de extremos… Outra vez ela me incomoda mas outra vez ela tem razão. Mas a razão é so o que ela tem?
Através de escolhas um sonho pode tornar-se um pesadelo. Se sabemos disso, porque insistimos em mentir pra nos mesmos? Por que tentamos provar pra todo mundo que não precisamos provar nada pra ninguém? Por que procurar explicação pro que se sente? A solução é ver como Arnaldo Jabor. Isso ela faz muid bem! E eu ainda não aprendi.
Ela não pensa, ela rasga ideias. Ela não escreve, ela desenha sentimentos. Ela não comenta, ela convence. Ela… Ela… Ela… Quem é ela? Quem ela pensa que é? A mim so cabe agradece-la.
Me impressiona ela ainda não ter dito que sou passivo. Que eu espero, que eu confio, e nisso vivo a incerteza, a angustia. O francês ja dizia que a duvida é o preço da pureza, mas ele esqueceu de explicar de onde vem a pureza. Seria das escolhas? Ha muito tempo eu não vejo mais tal pureza. Eu vejo é um caminho, so não gosto de escolher.
Mas se consigo enxergar é porque ela destroçou minhas idéias, jogou abaixo minhas vãs filosofias, e la, do outro lado do Atlantico, me fez sorrir. Me dando novas esperanças.

rodrigo zago

 

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3 comentários sobre “

  1. a quezina, eh a unica pessoa que se lê poema e gosta disso. ah unica pessoa que se bebesse nos estariamos fudidos.. a unica q come chiclete pisado e n acha nojo;.;

    eh a unica unica…

    loviuuuuuu

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