ciranda

Gastei minhas havaianas,
brincando de Hawaii Ana.
Perdi a conta, da conta!
mas eu dou conta,
só preciso de calculadora.

Ah! prefiro passar da conta.
no descontrolar, me viro.
É como contar histórias,

medos, dedos, anéis, fiéis, pastéis.
oxítona eu sei. cantar:
“o anel que tu me deste”

com quem tá o anel???
“era vidro e se quebrou”
Nessa ciranda ninguém canta?!

quero brindar!
“o amor que tu me tinhas”
Essa ciranda não anda?!

eu ando, ando. desando. recanto. danço.
e faço drama.
só pra tu dizer que ama.
E cantar pra encantar.

Ah! cansei de brincar.
mas se alguém quiser me achar,
vai ter que contar até 10.

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4 comentários sobre “ciranda

  1. Oi Ana, vim seguindo suas pegadas e me deparei com o seu Flores no Asfalto!! Há tempos nao encontro um blog que me prenda a leitura aqui nesse mundo virtual!! Gostei da maneira como descreves o teu olhar sobre as coisas, as pessoas e todos esses mundos que nos cercam!! Beijos!!! Maíra Viana!!

  2. de textos liricos a poemas, vc ta evoluindo. Daki a pouco saem sonetos com rimas e metricas perfeitas, quem sabe vc ainda não chega numa epopeia. Mas vou ler seu texto agora, pra ver se o assunto tb mudou

  3. bahh menina..
    cativastes uma leitora..
    to curtindo mto acompanhar tuaspostagens..
    são poucos os sites que conseguem prender a gente assim sabia??
    continua sempre com uma produção bacana e impecável.. parabéns!!

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