A gaita do Hector

Dei minha gaitinha vermelha.
pro seu gatinho cinza.
ele toca, dança e chora.
dó – re – mi – faz bagunça quando arruma rumo.

Eu caneta em papel cartão.
sem coração nem mata borrão.
você sem guarda-chuva.
nem medo de chuva.

Enquanto o mundo pira eu paro.
penso, reparo, esqueço e piro junto.
Se você se retira eu fico.
sem rima, nem refrão.

Uns com mais e uns com menos convicção.
A certeza é uma mesa,
posta junto ao cume do vulcão.

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