A Palo Seco

ê mundão arretado, véio e sem portêra. dos que vivem de brisa e dos que vendem ventilador. vendem de tudo. e tudo eles querem. lenha pro fogão e bíblia pro agnóstico.

do outro lado da janela, minha vitrola enguiçada. E ninguém vende agulha. ninguém é muita gente. ao mesmo tempo é ninguém. Será que alguém chama ninguém? ou vende algulha pra vitrola???

Não importa. Sei de cor o hino nacional e atirei-o-pau-no-gato. Coisas desimportantes do outro lado da janela. Aonde as crianças brincam com seus tamagoshis e minigames. Duvido que saibam rodar um peão, ou soltar uma pipa melhor que eu. Também não importa… talvez o vendedor de agulhas não passe hoje. Melhor tomar meu remédio pra reumatismo e sair da janela.

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8 comentários sobre “A Palo Seco

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