minha carne, meu karma,
meu versinho de bar,
aos dezessete.
meu carnaval
sem cor,
sem samba, sem rancor.
meu amor, quente.
é um banquete
requentado.
.
Publicado em em 28 Fevereiro, 2008 | Deixar um comentário »
minha carne, meu karma,
meu versinho de bar,
aos dezessete.
meu carnaval
sem cor,
sem samba, sem rancor.
meu amor, quente.
é um banquete
requentado.
.
Publicado em em 20 Fevereiro, 2008 | Deixar um comentário »
Roland Barthes deve ter esquecido de mencionar, que depois de algum tempo lidando com fotografia, você começa a ver ângulos e enquadramentos, em toda parte. Sempre esqueço, que não sou invisível e ponho-me a enquadrar o mundo. Atraio-me por gente. expressivos, de preferência. Pessoas que falam sem palavras, que choram sem lágrimas, e riem sem sorrisos.
19 de [...]
Publicado em em 13 Fevereiro, 2008 | Deixar um comentário »
mãe é mae. embucha, pari, lambe, cria, range.
mãe é físico. um estado, uma crônica de Graciliano Ramos.
pai.. num é pai, é poesia.
pai é metafísico, é lírico, é um soneto de Vinícius.
.
Publicado em em 12 Fevereiro, 2008 | Deixar um comentário »
Se você se retira eu fico.
sem rima, sem refrão.
bolero, bonanza, cosmos e damião.
eu fico… sem eu.
.
Publicado em em 1 Fevereiro, 2008 | Deixar um comentário »
Vou te levar aonde você quer chegar,
eu tenho a chave.
Nada impede a vida de acontecer,
deixe-se acreditar,
tudo pode ser.
Nada vai te acontecer,
come! vive! anda! não tema,
esse é o reino da alegria.
que de alegria, transborde poesia.
junto com a caroa, de flor,
posta na cabeça;
da janta, posta na mesa;
da rima, posta em verso;
do tempo, posto em horas.
horas… uma boa prosa.
Anda, Ana, que [...]